A INCRÍVEL HISTÓRIA DO FUNDADOR DA MONETIZZE

Conheça a história do Márcio Motta, desde o momento em que idealizou e fundou da plataforma digital Monetizze, ideal para coprodutores, afiliados e produtores digitais e hoje é referência no mercado digital.

A Monetizze é uma empresa muito conhecida no mercado de afiliados e online.

Ela é uma plataforma de pagamento online, que traz ferramentas de métricas, marketing e principalmente a segurança para comercializar produtos na internet.

imagem que represente gravação do podcast
A história da Monetizze inspira muita gente, só que nem todos conhecem detalhes da história

Contamos com a participação do Marcio Motta – fundador da Monetizze – vamos contar a história e a jornada desse empreendedor. Ficou interessado (a)? Continue lendo!

A mudança no mercado digital

A plataforma digital Monetizze já ajudou muita gente e tudo começou com o objetivo pessoal de Márcio.

Como foi essa visão de Márcio quando começou a Monetizze?

O que eliminou para começar esse processo de desenvolvimento da empresa?

Ele é programador desde os 16 anos de idade e assim como qualquer programador, sempre buscou fazer algo grande, como um software que tivesse o seu nome.

Isso é o que a maioria dos programadores quer: fazer alguma coisa que traga orgulho.

Durante a vida toda sempre quis um projeto como esse, mas nunca terminou.

imagem que represente algo incompleto, não concluído
Ele sempre começava alguns projetos e nunca terminava

No ano de 2013 em uma conversa com o seu amigo Rafael Rez, trouxe a ideia da Monetizze. Nessa época o projeto ainda não tinha o nome definido, era simplesmente a ideia de fazer uma plataforma de pagamento com afiliados e integração com sistemas de relatórios.

A ideia da Monetizze então foi do amigo Rafael, que na época ia entrar como sócio, mas achou melhor não, pois era dono do Afiliados Brasil.

Se ele entrasse seria falta de ética, afinal, não pega bem ser um concorrente dos patrocinadores.

O Afiliados Brasil era um evento que já existia e estava dando certo, então ele preferiu não entrar.

Rafael já tinha plantado a semente e Márcio gostou da ideia e resolveu dar andamento no negócio.

O sonho começa a sair do papel

Apesar de não ter nenhum conhecimento específico do mercado, já tinha ido em apenas um evento do Afiliados Brasil.

imagem que represente participação da Tactus no Afiliados Brasil
Nós da Tactus já participamos do Afiliados Brasil

Foi nessa época que ele conheceu o mercado e foi depois desse evento que Rafael veio conversar com ele, mas ele não entendia do mercado  e estava em outra área, sabia programar e foi então que ele resolveu conhecer mais.

Desta forma ele começou a ir a alguns eventos, passando a entender as necessidades dos clientes, enquanto isso ele estava desenvolvendo por fora seu projeto e foi assim que ele foi conhecendo o mercado digital.

Portanto, a Monetizze começou como um plano B.

Ele pensava que se isso desse certo poderia migrar, mas antes tinha que sustentar a casa, então continuou no seu emprego como programador inicialmente.

Trajetória com desafios

Márcio diz que como ele já coordenava uma equipe de programação na empresa que ele trabalhava, no começo a sua ideia original era continuar o trabalho na empresa e gerenciar quem ia programar a Monetizze, ou seja, conseguir outros programadores para agregarem ao seu projeto.

Na época ele não conseguiu investidores e não tinha dinheiro para pagar salário de outras pessoas, portanto, como não tinha como pagar pelos serviços teve que começar a programar quando tinha um tempo livre, ou seja, de madrugada.

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Chegou o momento em que teve que abrir mão do seu momento de descanso para alavancar seus resultados

O que todo mundo tem igual é tempo, e ele tinha apenas uma janela das 00h00 às 6h00 e decidiu dormir menos e passar a focar na programação.

Ele começou a acordar às 3h30 da manhã para trabalhar para Monetizze até às 7h30, depois disso ia para outra empresa trabalhava até às 18h00. Após isso, ia direto para o escritório que tinha construído na garagem, parava o carro e ficava programando até 23h30.

Nesse momento ele ia dormir e acordava às 3h30 para programar todos os dias e levou essa vida cerca de 4 anos.

Do início do código, até que ele atendesse os primeiros clientes, o percurso foi de 2 anos e pode afirmar que esse foi o tempo que levou para desenvolver apenas o MVP.

MVP é a sigla em inglês para Minimum Viable Product – ou Produto Mínimo Viável. Significa construir a versão mais simples e enxuta de um produto, empregando o mínimo possível de recursos para entregar a principal proposta de valor da ideia. Assim, é possível validar o produto antes de seu lançamento.

Fonte: https://resultadosdigitais.com.br/blog/mvp-minimo-produto-viavel/ acessado 26/10/2021 às 12:03

Em 2014 montou um estande no Afiliados Brasil e ele não tinha produto para apresentar, mas no seu estande conversava com as pessoas para entender o que elas precisavam e o que queriam, para que desenvolvessem.

Márcio diz que ali foi o MVP, assim conseguiu entender se existia mercado em uma análise para entender se tudo que tinha desenvolvido, fazia sentido.

A versão Beta da plataforma saiu cerca de 1 ano depois e mesmo com experiência de programador e gerenciamento de equipe de programação, ele acabou subestimando inicialmente a complexidade do que era ter uma plataforma digital.

O que ele entregou nessa fase inicial para o mercado?

A plataforma era basicamente cadastro de produtos, checkout e alguns relatórios de vendas.

A primeira conexão estratégica que ele fez com outra plataforma foi com a PagSeguro, que era um método de pagamento, como ele não era subadquirente (empresa de intermediação de pagamentos) o processo é muito mais complexo.

Ele teve alguns problemas com o prazo de pagamento via pagamento eletrônico e tinha que fazer uma operação bastante caseira e irregular, sob o ponto de vista fiscal.

Naquele momento essa era a única opção de pagamento que ele tinha, não possuindo um poder no mercado para chegar em redes maiores.

Dívidas financeiras não podem ser um fator impeditivo

Ele enfrentou os problemas que muitos empreendedores enfrentam: abrir uma empresa com restrições no nome.

Era complicado abrir uma conta, mesmo que ele não procurasse a opção de crédito.

Nos primeiros meses que não possuía um CNPJ, ele passava o dinheiro para conta dele para depois passar para conta do cliente.

Os primeiros clientes eram pessoas que já conheciam o Márcio, porque eles não tinham publicidade, portanto, essa relação de pagamento era bem mais tranquila.

Aposta em uma startup promissora

Outro fato é que a maioria dos clientes também estava em fase inicial.

O primeiro cliente relevante chegou em dezembro de 2015, quando entrou um e-book e em um dia a venda foi maior do que a que já tinha vendido em 2 meses juntos.

Desse cliente surgiram muitos afiliados, cada dia foram surgindo mais pessoas,  isto porque esse cliente levou outras pessoas.

Os clientes perceberam que a plataforma era robusta e estável e foram pegando confiança.

E-book, vídeos e conteúdos de mídia digital ele entregava desde o primeiro dia.

A preparação para o futuro

Não é uma realidade distante dos empreendedores começar uma empresa com restrições no nome, Márcio é prova de que a vida dá muitas voltas!

Como é que uma pessoa que tinha restrições no nome conseguiu começar um negócio que tomou uma proporção tão gigantesca? Naquela época ele enxergava a possibilidade de construir algo tão grande?

Márcio diz que naquela época não fazia ideia de onde conseguiria chegar.

Tem muita gente que cria o projeto e já imagina ele grande, mas ele nunca imaginou chegar tão longe com a Monetizze.

O que ele almejava era pagar suas contas em dia e poder viajar uma vez por ano dentro do Brasil com sua família: isso para ele era o tão sonhado sucesso financeiro.

O foco da Monetizze sempre foi um projeto que trouxesse orgulho e ele sempre pensou nas pessoas que estariam envolvidas no projeto.

A intenção era entregar o melhor tanto para funcionários, quanto para clientes ou para qualquer pessoa que chegasse.

À medida que ele viu que estava tracionando essa visão foi mudando, percebeu que de fato o projeto tinha poder.

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Apesar de já saber do potencial do seu negócio, não imaginava que alcançaria isso

O foco sempre foi a qualidade em atender o cliente e desenvolver o melhor para o cliente melhor para o funcionário, isso trouxe mais gente e fez que a plataforma crescesse mais.

Momento decisivo para seguir em frente

Em qual momento ele se desligou da empresa que trabalhava?

A Monetizze foi para o ar em abril de 2015, praticamente um ano depois que ele se desligou da empresa que trabalhava (em maio de 2016) e foi tirar o primeiro lucro em janeiro de 2016.

Ou seja, ficou praticamente um ano sozinho na empresa e nesse tempo tinha que programar, transformar produto, fazer transferência, dar suporte, responder e-mails e fazer todas as tarefas.

Até então todo dinheiro ficava na conta e ele não pegava nem um centavo para gastos pessoais. Lembrando que ele estava com o nome sujo, com dívidas e ainda sim não pegava dinheiro da Monetizze, aprendendo dessa forma que uma coisa era CNPJ e outra coisa era o seu CPF.

Se misturar os gastos pessoais e empresariais, pode acabar levando tudo para o buraco.

Essa é uma lição muito importante: não misturar o dinheiro do CNPJ com o CPF.

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Márcio sempre deixou o dinheiro da Monetizze com a Monetizze

Isso demanda frieza psicológica, quando você tem dívidas na Pessoa Física existe uma pressão muito grande de cobrança.

Mas o foco dele era muito grande e nem considerava usar esse dinheiro da Monetizze para regularizar suas dívidas na Pessoa Física.

Ele só fez retirada quando sentiu que poderia fazer isso e a empresa continuar saudável financeiramente e foi nesse momento que ele pagou suas dívidas e começou a tirar um salário mensal.

Vale a pena destacar que toda a fonte de financiamento da Monetizze é própria, sempre teve o capital dos sócios, nunca teve capital injetado.

Crescimento empresarial e expansão de negócios

Qual foi o momento que ele sentiu que o negócio realmente pegou um ritmo de tração interessante?

Ele sentiu isso quando as pessoas chegavam e diziam que tinham ouvido falar bem da Monetizze, afirmando que usavam e gostavam da plataforma, a cada mês ela crescia mais.

Desde o início ele investiu na participação do Afiliados Brasil, esse sempre foi o grande evento, até o momento em que optou em ter um evento próprio, o Hangar Monetizze.

Quem acompanha a Monetizze há algum tempo pode perceber que eles costumam sempre inovar a visão da empresa no mercado, passando a imagem de uma empresa mais despojada e no estande as pessoas se conectam muito.

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A primeira edição realizada em 2017 e contou com +500 participantes
Fonte de Imagem: Monetizze

Márcio diz que isso acontece porque a Monetizze nasceu do networking e quando ele começou não tinha dinheiro para nada. Como revelamos acima, ele não tirava dinheiro da empresa, consequentemente se fosse a um evento tinha que pagar.

O que ele sempre teve foi networking: o seu forte era conhecer as pessoas para poder mostrar a Monetizze e ver se elas se interessavam.

Ele sempre conversou muito com as pessoas para tentar entender o que era essencial, procurava sempre trazer novidades que não existiam no mercado, porque o cliente falou que precisava daquilo.

Márcio conhece a importância do networking, quando começou a fazer evento (Hangar Monetizze) entendeu que o Core da Monetizze (parte central do negócio) era networking e que precisavam fazer um estande com esse mesmo objetivo, tanto que o foco do Afiliados Brasil nunca foi captar clientes, porque a maioria dos clientes hoje que está lá já conhece a Monetizze.

Apenas aqueles que não conhecem e que estão lá para conhecer o mercado que não sabem quem é a Monetizze.

Além do networking ele diz ter criado muitas amizades.

Isso faz parte também dele ser sempre acessível às pessoas, ele gosta muito de conversar.

O estereótipo do “dono do fundador e CEO” acaba não combinando ele.

Márcio sempre pensou que se fosse para ter dinheiro e ter que mudar o que era ele preferia não ter dinheiro, isto porque ele nunca perderia a sua essência.

Márcio tem alguns “luxos”, ele é apaixonado por carros e sua única extravagância foi comprar os carros que ele queria ter, do contrário para roupas e outros itens, ele é muito simples.

Ele nunca fez as coisas para aparecer para as pessoas e sim por gosto pessoal.

Pensando na questão do processo de tração, houve um momento em que eles começaram a trabalhar com produtos físicos, isso não foi logo no início e sim em meados de 2016, essa inovação foi fundamental para o crescimento.

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Essa ideia surgiu a partir de um cliente que queria vender um produto físico

O cliente pediu para que desenvolvesse um core para ele e ele desenvolveu fizeram mais algumas contratações para abrir para no mercado e foi muito bom.

E o mercado de encapsulados foi o que mais performou naquela época, quando veio o “boom de encapsulados” eles já estavam com a plataforma pronta para o produto físico, isso favoreceu ainda mais o crescimento da empresa.

Hoje em dia eles tem isso mais segregado, ou seja produto digital e produto físico já estão praticamente com 50% cada um.

Maturidade no mercado digital

Perguntamos para o convidado se ele consegue imaginar para onde o mercado está indo e se vamos manter essa mescla?

Márcio diz que na pandemia o comércio descobriu a internet!

É claro que já existia, mas muitos comércios não estavam na internet ainda. Podemos citar que alguns restaurantes que já existiam há mais de 15 anos criaram contas em redes de restaurantes, como o iFood, isto porque descobriram que agora tinham que estar na internet, precisavam vender e fazer isso de porta fechada, o caminho para isso seria  através da internet.

Isso funcionou tanto que alguns restaurantes não abriram as portas depois da pandemia, mesmo quando era possível, perceberam que através do online o delivery resultava em um retorno maior.

O Brasil de forma geral está descobrindo a internet.  

Ele acredita que as vendas online cresceram ainda mais – sendo ou não um afiliado – as pessoas entenderam que isso dá certo e que esse é o caminho natural das coisas.

Hoje o foco da Monetizze é ser impulsionadora de vendas, ela quer ajudar a vender, seja o que estiver vendendo, sendo mais do que o meio de pagamento e sim impulsionadores de vendas.

Márcio quer montar um ecossistema para impulsionar suas vendas.

A proposta deve ser vender, sempre e todo o resto como burocracia e etc., fica com os parceiros que criaram esse ecossistema.

Na trajetória de Márcio houve outro marco, ele saiu em maio de 2016 da empresa que trabalhava e em julho de 2017 entendeu que tinha que formar uma equipe de tecnologia da informação.

Ele estava sozinho com o programador e tudo no TI da Monetizze, hoje no TI completo eles tem mais de 80 pessoas no time.

Ele aprendeu na Via Net Soluções em Internet como criar uma equipe. Em dado momento, chamou o dono da empresa e disse que queria comprar a empresa porque ele precisava de uma equipe.

Na época o dono não estava nem projetando vender a empresa.

O dono da Via Net na época já era sócio da Monetizze e tinha visão clara do que ela estava se tornando. Em pouco tempo a Monetizze já estava maior que a Via Net.

Então ele comprou a empresa e passou os funcionários mais antigos da Via Net para Monetizze e treinando as pessoas novas na Via Net.

E isso foi preciso, não dava para focar em dois negócios, pois a Via Net era uma empresa de CRM Imobiliário totalmente fora do contexto.

Até tentaram levar as duas empresas, mas não foi possível. A Monetizze estava em pleno crescimento e não dava para focar em outra coisa.

Em 2019 eles venderam a Via Net – somente o software – todos os funcionários ficaram na Monetizze, mas o carro-chefe da empresa era o software que eles venderam.

Márcio saiu como funcionário e voltou como dono.

A compra foi motivada em manter totalmente uma equipe na qual ele confiava e que entendiam o negócio, isso foi muito satisfatório. 

Quem lê essa história até aqui acredita que deu tudo certo, é claro que o resultado foi bom, mas não imagina que ele passou por muita coisa.

Ele diz que teve muitas dúvidas sobre a empresa, ele tinha que sair, tinha que fazer as coisas, e não tinha dinheiro para pagar as contas no final do mês.

O grande medo era estar fazendo todo sacrifício e quando tudo ficasse pronto não desse certo.

Caso isso ocorresse ele teria perdido muito tempo, tempo que ele poderia estar com os filhos dele ou se divertindo mais.

Em dado momento ele pensou que não era SE ia dar certo e sim QUANDO ia dar certo.

Inclusive ele tem até a logomarca da empresa e essa frase tatuada em seu braço;

Isso porque ele sempre vai ser o fundador da Monetizze, da empresa que mudou a vida dele, esse é o status que ele nunca vai perder.

O time de tecnologia da informação foi o primeiro time estruturado que montou com a conta da empresa.

Mas depois ele teve que começar a estruturar outras áreas e de certa forma com a visão de programador.

Para isso ele tinha ajuda da sócia que é o braço direito na gestão de pessoas e etc.

Hoje eles têm um time que gira em torno de 200 colaboradores.

Recentemente Márcio migrou de CEO para o Conselho.

Segundo ele, precisava deixar alguém no cargo dele para fazer coisas mais burocráticas, alguém que fosse mais competente do que ele nesse sentido.

Ele foi CEO porque criou empresa e queria que a empresa caminhasse no caminho dele, no início ele tinha que comandar o barco. Mas ele entendeu que agora precisava de alguém melhor do que ele nessa área e a pessoa que está no lugar dele tem formação em Direito.

imagem que represente Osvaldo - CEO da Monetizze
Entrevista com o Osvaldo Pimentel no nosso canal de podcasts no Youtube

Osvaldo que é o novo CEO é uma pessoa que conhece os valores da empresa, conhece os propósitos e sabe o que eles querem para tocar Monetizze no caminho pretendido.

O que mudou na rotina de Márcio depois que foi para o Conselho?

Ele afirmou que mudou muito,  tendo que parar com o operacional e hoje tem tempo livre para pensar em estratégias para a Monetizze.

Ele pode ficar pensando estrategicamente o tempo todo, o trabalho dele é esse.

Ele não abandonou a empresa, só está fazendo o que faz de melhor e o que ele não fazia bem deixou para outra pessoa fizesse e está focando na empresa de forma mais gestora.

Ele não pode ter ego e querer ser o CEO para sempre, e com isso sabe que tem que ser o melhor para a empresa.

Eles contrataram uma consultoria para entender como funcionava a questão do Conselho, além de contratarem conselheiros independentes que não fazem parte da sociedade.

Ele não imaginava que ele chegaria onde chegou, mas hoje ele já consegue enxergar mais longe e diz que em dado momento, quando se bate uma barreira, entende que quase mais nada é impossível.

Ele tinha o sonho, quando era novo, de ir para os Estados Unidos e pensava que em razão do valor das passagens que nunca ia conseguir ir pro Estados Unidos.

Hoje ele tem uma casa em Orlando, perceba como tudo pode mudar! Portanto quando se bate essa barreira, nada mais é impossível.

Márcio diz que o propósito dele é transformar e evoluir vidas!

É claro que a parte financeira importa, mas ele disse que a cada dia que ele conseguir transformar evoluir mais vidas, para ele será mais satisfatório.

Eles fazem muitas premiações, existe um simbolismo muito grande em volta disso.

O propósito da Monetizze é transformar e evoluir vidas, independente da maneira que a pessoa chegou na empresa e tenta melhorar a vida dela de alguma forma.

Dicas para jovens empreendedores

Muitas vezes o empreendedor que está começando tem dificuldade de enxergar a onde ele pode ir, quais as dicas que ele daria para evoluir e construir um negócio grande?

Perca o conceito de que trabalhar na Internet é fácil, porque não é fácil!

Em nenhum trabalho no mundo você produz a hora que quer. Se quer ter sucesso vai dormir pensando nele e vai acordar executando o que pensou na noite.

Você não vai ter sucesso sendo empreendedor e trabalhando apenas 4 horas por dia, esse tipo de jornada pode existir, depois que você tiver consistência de mercado.

Quando a sua empresa chegar ao nível de sucesso alto, pode trabalhar de outra maneira, mas no começo tem que trabalhar muito mais.

Ninguém vê as horas de trabalho de um produtor de conteúdo, que sua rotina é absurda e acabam vendo somente a pessoa no palco.

Trabalhar em casa é trabalhar dobrado!

Na empresa você entra às 8h00 e sai às 18h00, na sua casa não tem horário fixo, podendo começar às 8h00 da manhã e para quando acabar tudo (ou não).

Não pense que será fácil, mas acredite que é totalmente possível.

Depois de uma certa maturidade que você consegue adquirir, passa a entender que leva tempo para você conseguir outros patamares da empresa, mas no começo tudo é muito difícil para todos.

O improvável acontece, mas não é fácil.

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