Como exportar para fugir da crise

A atual situação econômica do país e o câmbio favorável têm levado as empresas a procurarem espaço fora do Brasil. Prospectar clientes, providenciar toda a documentação necessária e estabelecer uma logística eficiente são algumas das exigências para o empreendedor que começa a olhar para o mercado externo. Pensando nisso, listamos cinco dicas para o pequeno e médio empresário se preparar para exportar:

 

1. Prospectar clientes no exterior

Participar de feiras internacionais é um dos primeiros passos para ingressar no mercado internacional. Para descobrir os melhores eventos, a Apex Brasil – entidade que promove produtos e serviços brasileiros no exterior – disponibiliza um calendário das principais feiras ao redor do mundo para cada segmento: www.apexbrasil.com.br/Calendario/Index. Outra forma é ter um site multilíngue. Para replicar os portais em outras línguas com fidelidade ao sentido original e mantê-lo atualizado, a Bureau Translations disponibiliza o Bureau Proxy (http://br.bureautranslations.com/bureau-proxy/), ferramenta para tradução e atualização em tempo real de sites em mais de 30 idiomas.

2. Licença para operar lá fora

Toda pessoa física ou jurídica, antes de vender para outros países, deve obter sua Habilitação no Siscomex (Serviço Integrado de Comércio Exterior), também conhecida como Radar, uma espécie de licença para exportar mercadorias e serviços.

 

3. Recebimento

O exportador deve se preparar para receber o dinheiro do exterior. Existem três formas que podem ser conferidas no portal Brasil Export. Com a Carta de Crédito, por exemplo, o empreendedor tem a garantia do pagamento efetuado por um banco no país de origem do importador. É importante esse respaldo por que, na maioria dos casos, o exportador só recebe quando a mercadoria é entregue.

 

4. Documentação para despache

A liberação de produtos para embarque é feita por meio da verificação física e documental efetuada por fiscais da Receita Federal junto com um representante legal da empresa. Nessa hora, não podem ficar de fora certificados como a nota fiscal, romaneio de embarque, fatura comercial, registro de exportação, conhecimento de embarque (emitido pelo agente de cargas), entre outros. A lista completa de documentos pode ser conferida no portal do Sebrae. Outra dica é contratar um despachante aduaneiro para facilitar o processo.

 

5. Escolher o tipo de frete

A forma de despachar o produto impacta diretamente o seu custo final. Devido ao seu baixo custo, o frete marítimo concentra a maior parte dos serviços de transporte no comércio exterior. A via aérea é mais indicada para pequenas cargas, que tenham urgência na entrega. Existem também opções de frete rodoviário e ferroviário (a modalidade mais barata), recomendadas para exportações para países vizinhos. Na dúvida entre a melhor opção, é possível fazer uma cotação online no site da Hand Line.

 

*Dicas elaboradas pela Press Works com consultoria de Tatiana Fortes, diretora da Forte – SA, companhia especializada em comércio exterior

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