Receita Federal investiga esquema com ramificações no Brasil e no exterior

 

A Receita Federal investiga um brasileiro que de tão rico – pelo menos no papel – só fica atrás do empresário Eike Batista. Seu nome é Francisco Nunes Pereira – mais conhecido pelo apelido de "Chico da Fossa". Mas o bilionário pode ser apenas o "laranja" de um esquema com ramificações no Brasil e no exterior.

Até ontem, Francisco Nunes Pereira, o Chico da Fossa, era um cidadão comum. Em 24 horas, o status dele mudou e bastante. Pelo menos em patrimônio declarado para a Receita Federal, ele é o segundo homem mais rico do país com R$ 15 bilhões.

Sócio de mineradoras, ele explicou ao Ministério Público que negociava pedras preciosas, como diamantes e esmeraldas, em sociedade com um banqueiro já falecido. O banco dele foi comprado por uma das maiores instituições financeiras do Brasil.

Com a ajuda de um banqueiro, e com lastro nas pedras preciosas, Francisco teria criado fundos de investimentos nos Estados Unidos, Portugal, Espanha, Suíça e Dubai. Parte desses recursos teria sido investido na criação de empresas no exterior.

Francisco nunca manteve um padrão de vida compatível com a riqueza que aparentemente possui. Outro fator que chama a atenção é a lista de amigos que ele tem, que inclui senadores e pessoas ligadas ao alto escalão do governo.

A Receita Federal abriu investigação para rastrear o patrimônio e a movimentação financeira de Francisco. Também pediu ajuda para os países onde ele também teria dinheiro


Jornal da Band

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